Doutores Cidadãos

 

Olá, gente boa!

Que legal que você se interessou pelo trabalho dos Doutores Cidadãos. Criamos uma lista de perguntas - e suas respectivas respostas - para facilitar a sua aproximação conosco.

Boa leitura! Em caso de dúvida, não entre em pânico! Envie-nos um e-mail e tudo será explicado!

Clique nas perguntas e você será transportado - se tudo conspirar a favor - para a respectiva resposta!

 


 

Como eu posso me inscrever para a próxima seleção de voluntários Doutores Cidadãos?

  

Quem são os Doutores Cidadãos?

 

Qual a relação dos Doutores Cidadãos com o Canto Cidadão?

 

Quando surgiu o trabalho dos Doutores Cidadãos?

 

Quais são os objetivos dos Doutores Cidadãos?

  

Quais são os principais públicos-alvo do trabalho?

 

O trabalho dos Doutores Cidadãos busca humanizar o ambiente hospitalar?

 

O trabalho dos Doutores Cidadãos é remunerado ou voluntário?

  

Por que eles são voluntários?

 

É preciso ser artista para ser um voluntário?

  

É preciso ser da área da saúde para ser um voluntário?

 

Existe um perfil desejado e necessário para ser um voluntário? 

 

Existe um treinamento para ser um Doutor Cidadão?

 

O que acontece após o treinamento?

 

Quando acontecem os treinamentos?

 

Quantos Doutores Cidadãos existem atualmente?

 

Onde existe atualmente o trabalho dos Doutores Cidadãos?

 

Quantos hospitais e asilos recebem regularmente as visitas dos voluntários?

 

Os hospitais e asilos pagam para receber as visitas dos Doutores Cidadãos?

  

Quanto tempo o voluntário dedica ao trabalho?

  

Existe supervisão do trabalho dos voluntários?

 

É possível acompanhar a visita dos Doutores Cidadãos?

 

Após o treinamento inicial os voluntários se encontram?

 

Os Doutores Cidadãos atuam fora da Grande São Paulo?

 

Os Doutores Cidadãos realizam eventos abertos para interessados?

 

As empresas podem contratar os Doutores Cidadãos para fazerem palestras e outros tipos de treinamentos?

 

 

 

 

 


 

Como eu posso me inscrever para a próxima seleção de voluntários Doutores Cidadãos?

O Canto Cidadão abre inscrições para a formação de novos Doutores Cidadãos duas vezes por ano, regularmente no início de cada semestre. Como o número de interessados é sempre maior que o número de vagas (60 vagas por turma), um processo seletivo é realizado. Cabe salientar que não existe um único perfil pré-estabelecido que está sendo procurado na seleção, e sim uma série de ingredientes que poderão em experiências saudáveis para o voluntário e benéficas para os locais visitados. Para você saber mais sobre a seleção, envie seus dados para o Canto Cidadão clicando aqui!

 

 

 

 

Quem são os Doutores Cidadãos?
Os Doutores Cidadãos são voluntários palhaços hospitalares que visitam hospitais e asilos públicos e filantrópicos. 

 

 

 

 

Qual a relação dos Doutores Cidadãos com o Canto Cidadão?
O Canto Cidadão é a OSC (Organização da Sociedade Civil sem fins lucrativos) responsável pela coordenação do trabalho voluntário dos Doutores Cidadãos. O Canto Cidadão possui também outros programas sociais, todos alinhados no sentido de promover o exercício da cidadania para a garantia dos direitos humanos.

 

 

 

 

Quando surgiu o trabalho dos Doutores Cidadãos?

Em 2001, os Doutores Cidadãos iniciaram o seu processo de multiplicação. Roberto Ravagnani (administrador de empresas, radialista e palhaço) e Felipe Mello (comunicador social, radialista, ator e palhaço) se conheceram e decidiram atuar juntos no Hospital Estadual Brigadeiro. A partir daquele momento o Dr. Ispaguetti Saracura - que vinha atuando desde 1999 neste hospital - ganhou a companhia do Dr. Raviolli Bem-Te-Vi.
Após dois anos de exercício em conjunto, pesquisas e estudos sobre a sua atuação junto ao público adulto e idoso, Felipe e Roberto construíram um programa de treinamento para novos voluntários, uma vez que tinham o objetivo de levar muitos outros voluntários para muitos outros hospitais. Desde o princípio estava muito claro para os dois que o ambiente hospitalar, seus profissionais e usuários, mereciam muito respeito, e portanto um treinamento era indispensável para que novos integrantes viessem para contribuir verdadeiramente.
Desde aquele momento o processo de multiplicação não parou mais, uma vez que diversos hospitais começaram a convidar o grupo para atuar em suas unidades, pois se tratava de um trabalho social pioneiro, que levava a linguagem do palhaço voluntariamente para o público adulto e idoso.
Todos os anos acontecem pelo menos um treinamento por semestre, para que a crescente demanda seja paulatinamente atendida.

 

 

 

 

Quais são os objetivos dos Doutores Cidadãos?
Os Doutores Cidadãos visitam regularmente hospitais e asilos públicos e filantrópicos para alcançar alguns objetivos gerais e específicos.
De forma geral, o grupo busca levar alegria e cidadania para unidades de saúde, por acreditar que a saúde emocional e social estão diretamente relacionadas com a saúde física das pessoas. É a certeza que o protagonismo social (voluntariado) realizado de foma consciente, bem humorada e respeitosa pode contribuir para criar um ambiente mais saudável para todos que freqüentam uma unidade de saúde, e também condições de cura mais propícias para os pacientes. Outros objetivos:

 

Desenvolvimento pessoal - está muito claro para o grupo que o primeiro beneficiado pelo trabalho voluntário dos Doutores Cidadãos é o próprio voluntário. Até porque "um ser humano não pode dar o que não tem por muito tempo com qualidade". Sendo assim, a realização da atividade regular pode e deve trazer benefícios para o desenvolvimento pessoal do voluntário, para que ele esteja preparado e potente para cumprir seu papel de ator social transformador, assim como filho carinhoso, cônjuge respeitoso, profissional criativo, entre outras áreas nas quais um Doutor Cidadãos pode colher benefícios para si mesmo, ao mesmo tempo em que se coloca à disposição do outro.
Voluntariado - o grupo busca também promover o voluntariado, uma vez que as pessoas beneficiadas pelo trabalho percebem que estão recebendo a visita de alguém que decidiu fazer a sua parte no processo de construção de  uma sociedade mais justa e harmoniosa, a partir do comportamento mais consciente e generoso dos indivíduos.
Arte-terapia - como já foi dito, o grupo acredita que arte pode contribuir para o processo de cura dos padcientes adultos e idosos, e de promoção do bem-estar de profissionais e acompanhantes. Por isso os Doutores Cidadãos se valem da figura do palhaço para chegar mais perto das pessoas, passeando pelo imaginário e pelo real, provocando e acolhendo, contando e cantando, e também ouvindo muito.
Cidadania - em todas as ações desenvolvidas pelo Canto Cidadão há um equilíbrio entre alegria e cidadania. Com a alegria o agora é remediado e transformado por instantes (conseqüência), especialmente quando se fala de um hospital ou asilo público, repleto de carências de todas as naturezas. Com a cidadania o objetivo é transformar o futuro (causa), uma vez que os Doutores Cidadãos buscam sempre sensibilizar seus interlocutores para a importância do exercício da cidadania para a garantia dos direitos humanos.

 

 

 

 

Quais são os principais públicos-alvo do trabalho?
Neste ponto reside um dos principais diferenciais do trabalho social dos Doutores Cidadãos. Normalmente quando se pensa em palhaços visitando hospitais, a primeira impressão é que aquele ser colorido e portador da alegria deve se dirigir imediatamente, senão única e exclusivamente para o local onde se encontram as crianças internadas.
Importante registrar desde pronto que os Doutores Cidadãos aplaudem de pé, e assoviando euforicamente, as inciiativas de visitação animada junto ao público infantil nos hospitais. Trata-se de uma conquista que não pode ter volta. A ala pediátrica fica muito melhor quando há palhaços, contadores de histórias, escultores de balões, mágicos, malabaristas e artistas em geral, atuando junto com os profissionais da saúde no sentido de proporcionar uma experiência de internação saudável em todos sentidos à criança.
Entretanto, o foco dos Doutores Cidadãos está direcionada para o ajuste de um desequilíbrio que pode ser facilmente observada em unidades de saúde, especialmente grandes hospitais. A maioria do público internado é formado por adultos e idosos, enquanto que a maioria de ações de arte-terapia e visitação animada é voltada para o público infantil, minoria no mesmo local. Ou seja, a maioria está atendendo a minoria. Os Doutores Cidadãos investem energia e recursos materiais e humanos para equilibrar esta situação, capacitando voluntários para visitar pacientes adultos e idosos, assim como profissionais da saúde e acompanhantes.

 

 

 

 

O trabalho dos Doutores Cidadãos busca humanizar o ambiente hospitalar?
Na área da saúde o termo "humanização hospitalar" vem ganhando cada vez mais força. Dificilmente há um profissional hoje que não tenha ao menos ouvido falar na tal de "humanização".
Os Doutores Cidadãos não utilizam este termo para definir a sua atuação, e em seu lugar apresenta a "amenização hospitalar".
A princípio pode se tratar apenas de um jogo de palavras. Contudo, após vários anos de observação e atividades em centenas de hospitais pelo Brasil, o grupo acredita que humanizar não é o seu objetivo. Até porque todos que habitam - temporária ou regularmente - o ambiente hospitalar são humanos. E o ser humano é capaz de fazer amor e de fazer guerra, conforme a experiência individual de cada um pode verificar.
Sendo assim, o desafio não é tornar humano aquilo que está em desacordo. E sim lembrar o humano que existem outras formas de fazer a mesma caoisa, demonstrando o que ele pode ganhar se optar por um estilo de vida e/ou de trabalho mais entusiasmado, acolhedor, respeitoso e cidadão.
Certa vez perguntaram ao sábio do que era feito o ser humano. Ele respondeu calmamente que dentro de cada um moram um lobo ruim e um lobo mau. Imediatamente um dos presentes quis saber qual era o mais forte, e ainda mais calmo o sábio esclareceu que o mais forte era aquele que era mais alimentado pelo seu dono.

 

 

 

 

O trabalho dos Doutores Cidadãos é remunerado ou voluntário?
Todos os Doutores Cidadãos atuam voluntariamente, ou seja, não recebem qualquer tipo de remuneração em dinheiro. Os benefícios colhidos pelos voluntários são de outra natureza, tais como desenvolvimento de sua criatividade, respeito ao próximo, exercício da cidadania, tolerância à diversidade entre tantos outros presentes que o voluntário coleciona e exercita ao longo de sua atividade.

 

 

 

 

Por que eles são voluntários?
A organização acredita que a união entre alegria e cidadania pode gerar resultados transformadores, tanto para quem faz quanto para quem recebe. E como o desafio é bastante grande, ou seja, povoar uma quantidade enorme de hospitais e visitar seus milhares de pacientes e profissionais, os Doutores Cidadãos contam com a energia, talento e trabalho de cidadãos que estejam dispostos a investir seu tempo em um programa social. A crença de que o voluntariado transfroma o indivíduo para melhor é um combustível importante do Canto Cidadão.
Outro fator que justifica a "aposta" no voluntariado é a experiência, uma vez que nestes anos de atuação voluntária em unidades de saúde os casos de problemas e rejeições são a absoluta minoria. Vale ressaltar que um voluntário Doutor Cidadão participa de um treinamento bastante rigoroso e extenso antes de iniciar suas visitas aos hospitais e asilos. Isto permite que uma pessoa que não tenha formação na área artística ou da saúde possa colocar em prática o seu desejo de transformar a realidade da sua comunidade, neste caso uma unidade de saúde pública ou filantrópica.

 

 

 

 

É preciso ser artista para ser um voluntário?
O termo "artista" é bastante amplo, e o Canto Cidadão acredita que cada um de seus voluntários Doutores Cidadãos sejam artistas. Entretanto, se for levado em consideração a aplicação mais convencional do termo, ou seja, artista representando aquela pessoa que fez um curso relacionado às diversas formas de arte, ou ainda, aquela pessoa que se tornou um profissional da arte por tempo de experiência, então a resposta é não.
Ou seja, não é preciso ser formado em artes cênicas, técnicas de palhaço, mágica, música etc para ser um Doutor Cidadão. Estas habilidades podem tornar o trabalho ainda mais rico, mas definitivamente não impedem a pessoa que não pratica estas técnicas de se tornar um voluntário.

 

 

 

 

É preciso ser da área da saúde para ser um voluntário?
Não. A pessoa não precisa ser da área de saúde para  ser um Doutor Cidadão. Existem muitos profissionais desta área que são voluntários, e que contribuem para o fortalecimento do grupo. 

 

 

 

 

Existe um perfil desejado e necessário para ser um voluntário?
Não. Assim como não existe um perfil único de pacientes, profissionais e acompanhantes que são beneficiados pelo trabalho, também não existe um perfil ideal de voluntário Doutor Cidadão. O que é bastante claro dentro do grupo é a complementaridade, ou seja, um enriquecimento coletivo em função da soma dos diversos perfis.
De forma ainda mais direta, é possível afirmar que a pessoa não precisa, NECESSARIAMENTE, ser engraçada, saber contar piadas ou fazer truques, ser absurdamente comunicativa ou repleta de conhecimentos tradicionais. É claro que uma pitada de cada um destes ingredientes torna o trabalho ainda mais interessante, só que não é a receita única e definitiva para o sucesso.
O que não pode faltar, definitivamente, é a consciência do papel de cidadão, respeito ao trabalho e ao público-alvo, vontade de aprender e a coragem de assumir seu lado palhaço (seja lá como for ele) e arregaçar as mangas para mudar o mundo para melhor.

 

 

 

 

Existe um treinamento para ser um Doutor Cidadão?
Sim. Para se tornar um Doutor Cidadão e iniciar a atividade de "amenização hospitalar", a pessoa interessada precisa participar de um treinamento de cinco (5) meses de duração, com encontros semanais de aproximadamente quatro horas de duração.
Tudo começo com um processo seletivo, normalmente no início de cada semestre. A seleção se faz necessária porque via de regra o número de pessoas interessadas é maior do que o número de vagas oferecidas para o treinamento. As avaliações são feitas de forma transparente e democrática, e diversos fatores são levados em consideração pelo grupo de avaliadores para a formação das turmas que iniciarão o curso. As pessoas que não são aprovadas podem tentar novamente, e o Canto Cidadão possui uma parceria com o Centro de Voluntariado de São Paulo para orientar corretamente as pessoas que não foram aprovadas para que, se desejarem , possam desenvolver atividades voluntárias em outra organização social, uma vez que existem centenas delas que necessitam de apoio.
As pessos que são aprovadas realizam o treinamento em duas etapas, sendo uma teórico-vivencial e outra prática. Na primeira são abordadas questões de ordem mais conceitual (ainda que repletas de dinâmicas) da atividade de "amenização hospitalar", assim como um mergulho no universo do palhaço e do protagonismo social. A segunda etapa acontece já no ambiente hospitalar, momento em que o voluntário exercitará o que aprendeu em "sala de aula", com o apoio de monitores experientes que conduzirão o voluntário em seu processo de iniciação, até que a segurança e independência sejam conquistadas.
A coordenação do trabalho avalia de maneira criteriosa a preparação dos voluntários, para que ao final do treinamento a pessoa esteja preparada para contribuir. Existem casos em que alguns voluntários fazem horas adicionais de treinamento, assim como em outros pode haver a decisão da organização de não autorizar o início das atividades, por diversos motivos.
Todo o investimento material e humano no treinamento é sinal do respeito que os Doutores Cidadãos têm pelo ambiente hospitalar e pelas pessoas que tomaram a decisão de fazer algo para pintar o mundo de cores mais vivas e generosas.

 

 

 

 

O que acontece após o treinamento?
Após o treinamento e a formatura, o voluntário e a organização definem o local de atuação de cada um. A sugestão é que o voluntário estabeleça uma relação de visitas regulares com um hospital ou asilo próximo de sua casa ou local de trabalho, para que o senso de comunidade seja fortalecido, e o desafio da distância não dificulte a assiduidade na realização das visitas.
Escolhido o hospital ou asilo, o voluntário começa a visitar de forma regular aquele local, mantendo contato direto com a organização para troca de experiências, esclarecimento de dúvidas e envio de informações.

 

 

 

 

Quando acontecem os treinamentos?
Os treinamentos acontecem duas vezes por ano. Normalmente as turmas se formam no início de cada semestre.

 

 

 

 

Quantos Doutores Cidadãos existem atualmente?
Atualmente (agosto de 2009) existem 1100 voluntários capacitados, sendo que o índice de desistência ou afastamento temporário está na ordem de 30% (número bastante reduzido em se tratando de um trabalho voluntário, especialmente uma atividade desafiadora como a que os Doutores Cidadãos realizam regularmente). Para conhecer os Doutores Cidadãos, clique aqui!

 

 

 

  

Onde existe atualmente o trabalho dos Doutores Cidadãos?
Os Doutores Cidadãos atuam de forma regular em hospitais e asilos de São Paulo (capital), Santo André/SP, São Bernardo do Campo/SP, Guarulhos, Osasco/SP, São José do Rio Preto/SP e Ubatuba/SP. Para saber em quais hospitais o trabalho é realizado, clique aqui
!

 

 

 

 

  

Quantos hospitais e asilos recebem regularmente as visitas dos voluntários?
Atualmente (agosto de 2009) são 42 unidades hospitalares e 4 asilos públicos e filantrópicos atendidas regularmente pelos Doutores Cidadãos.

 

 

 

 

 

Os hospitais e asilos pagam para receber as visitas dos Doutores Cidadãos?
Não. Os hospitais e asilos não pagam para receber as visitas dos Doutores Cidadãos. A grande maioria das unidades visitadas é pública ou filantrópica, e o Canto Cidadão firma um termo de parceria de colaboração com aquela instituição.

 

 

 

 

 

 Quanto tempo o voluntário dedica ao trabalho?
O voluntário Doutor Cidadão dedica no máximo seis horas por semana (até duas visitas semanais) e no mínimo três horas por mês (pelo menos uma visita mensal). Desta forma a organização desenvolve uma grade de visitas que vai suprindo as demandas dos hospitais e asilos. 

 

 

 

 

 

 Existe supervisão do trabalho dos voluntários?
Sim. O Canto Cidadão possui duas formas de estar em contato constante com os Doutores Cidadãos: há uma equipe de suporte que fica no escritório da organização trabalhando para organizar as grades de visitação, contato com os hospitais, ajustes com os voluntários, esclarecimentos de dúvidas e atendimento de solicitações. Há também uma equipe de campo, que visita regularmente os hospitais e asilos para verificar as oportunidades de melhoria na relação entre Canto Cidadão, unidade atendida e voluntários. A organização está em constante movimento para criar uma estrutura cada vez mais competente e multidisciplinar que corresponda às demandas que surgem continuamente. 

 

 

 

  
É possível acompanhar a visita dos Doutores Cidadãos?
Não. À exceção de alguns casos específicos (imprensa, estudantes e intercâmbio), as visitas não podem ser acompanhadas, uma vez que isto pode interferir na dinâmica da iniciativa. Ademais, o respeito pelo ambiente hospitalar e pelo trabalho dos voluntários faz com que a coordenação seja bastante criteriosa no que diz respeito à presença de "convidados" durante as visitas.

 

 

 

 

 

 Após o treinamento inicial os voluntários se encontram?
Sim. Após o treinamento e o início das atividades nos hospitais ou asilos, os voluntários possuem um calendário de encontros promovidos pelo Canto Cidadão, cada um com um objetivo pré-estabelecido.
Existem encontros gerais, nos quais todos os voluntários são convidados para uma grande confraternização, em que são realizadas atividades culturais, divulgação de resultados e novidades. Existem também encontros regionais, nos quais grupos menores se encontram para aperfeiçoar suas técnicas e conhecimentos, trocar experiências, relatar dificuldades, realizar atividades com orientação psicológica profissional e confraternizar com colegas que atuam na mesma região.
Existe ainda um espaço livre para encontro dos voluntários com os coordenadores do trabalho, oportunidade na qual a pauta é criada de acordo com as demandas que surgirem. É uma janela aberta para o enriquecimento coletivo do trabalho.

 

 

 

 

 

 

 

 Os Doutores Cidadãos atuam fora da Grande São Paulo?
Sim. Existem claramente duas formas de os Doutores Cidadãos desenvolverem atividades fora das cidades onde regularmente já acontecem as visitas: a primeira delas está relacionada a um programa social da organização denominado “Canto Cidadão em todos os Cantos”
, por intermédio do qual representantes do Canto Cidadão viajam por todo o país para atuar em hospitais públicos e filantrópicos, sensibilizando gestores, profissionais da saúde e cidadãos em geral para a importância do protagonismo social entusiasmado.

Desde março de 2005 os representantes do Canto Cidadão já estiveram em 26 estados brasileiros, tendo visitado 150 hospitais de diversos portes. Durante as viagens são feitas visitas às unidades de saúde, assim como palestras para estudantes e profissionais, e também reuniões técnicas com gestores da unidade e do poder público, tanto na esfera municipal quanto estadual.
Outra forma de os Doutores Cidadãos atuarem fora da Grande São Paulo se dá pela capacitação de um grupo de pessoas para início de um trabalho de visitação regular.
Esta iniciativa já foi realizada no estado do Mato Grosso, onde 25 pessoas foram capacitadas para atuar nas seis principais cidades do estado.
O Canto Cidadão está conversando com outras localidades para criar as condições necessárias para a criação de um grupo que passe a freqüentar regularmente as suas unidades de saúde.

 

 

  

 

 

 

 

 Os Doutores Cidadãos realizam eventos abertos para interessados?
Sim. Regularmente o Canto Cidadão realiza eventos abertos para interessados, tais como palestras, oficinas e treinamentos
. Se você estiver interessado em participar de tais atividades, entre em contato com a organização e informe como deseja ser informado das atividades abertas a interessados que o Canto Cidadão realiza.

 

 

 

 

 

 

 

 As empresas podem contratar os Doutores Cidadãos para fazerem palestras e outros tipos de treinamentos?
Sim. Atualmente a realização de eventos em empresas é uma importante forma de captação de recursos do Canto Cidadão, uma vez que os recursos são direcionados para a melhoria da estrutura de suporte do programa social.
São diversos temas abordados pelos representantes do Canto Cidadão, principalmente aqueles relacionados ao desenvolvimento pessoal e equilíbrio social. São palestras, oficinas, consultorias e treinamentos que vem sendo realizados em empresas de diversos portes, dentro e fora da Grande São Paulo.
Se você faz parte de uma empresa que deseja saber mais sobre os eventos que a organização realiza em ambiente corporativo, entre em contato
.

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